28.2.14

Silêncio Inssureto

 
O silêncio serpenteia-se nas ondas do ar a boca da noite
abre as flores do coração curva os sons que tem sempre à
mão e o tempo habita-nos mais ao sabermos nos olhos
as sombras que se despedem das árvore onde os pássaros
acolhem os primeiros tons do dia sob o lençol verde às
antas da manhã pelas cinco e tal ou quase assim começam
a sinfonar uma visão acesa para quem esmorece ainda é
cedo ainda há o segredo de haver um mundo contudo sagrado.

 
(Cabo Verde. 2009)

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