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| Pintura. J. A. M. |
As obscuridades da noite ampliam o espaço do coração
pelo silêncio instalado.
Outros ritmos de tambores celestes invadem os rios interiores
que transbordam.
Barcos incógnitos e luminosos aproximam-se.
São mensagens de outros mundos que nossos mundos são.
Outros ritmos de tambores celestes invadem os rios interiores
que transbordam.
Barcos incógnitos e luminosos aproximam-se.
São mensagens de outros mundos que nossos mundos são.
Já não ouso decifrar. Porque pensar é estancar a corrente
germinar barragens.
Prefiro abrir as asas metafóricas e de peito aberto e livre
acolher as imagens vindouras que devagar me designam
e me fazem ser o que afinal já era.
Confesso, sou sempre pouco para o que digo.
( J. A. M.)
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