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| Arte Digital. J. A. M. |
Depois
de viajar por muitos universos, as asas descem
mais frágeis mais invisíveis
apenas dois olhos na luz possível.
Por aqui, neste mundo, à minha volta: 2 universos, apenas.
O Universo do Amor e o Universo do Medo.
Cada um com inúmeras portas e janelas e nomes encobertos
e descobertos por onde se entra e sai e se volta a entrar e a sair.
Diariamente, luminosamente, noturnamente.
O círculo a levantar-se em espiral, ainda a sobrevivência
do macaco nas demonstrações da luz ou
a luz derramada em forma de cruz.
Ludibriaram-nos!
Tudo crenças.
Tudo inscrito, tudo escrito em todos os lados
dentro das cabeças, na água oceânica no interior dos corpos
nas paredes inventadas por fora e por dentro
nas alegrias e na dor.
- De que lado crescem os teus dias?
mais frágeis mais invisíveis
apenas dois olhos na luz possível.
Por aqui, neste mundo, à minha volta: 2 universos, apenas.
O Universo do Amor e o Universo do Medo.
Cada um com inúmeras portas e janelas e nomes encobertos
e descobertos por onde se entra e sai e se volta a entrar e a sair.
Diariamente, luminosamente, noturnamente.
O círculo a levantar-se em espiral, ainda a sobrevivência
do macaco nas demonstrações da luz ou
a luz derramada em forma de cruz.
Tudo inscrito, tudo escrito em todos os lados
dentro das cabeças, na água oceânica no interior dos corpos
nas paredes inventadas por fora e por dentro
nas alegrias e na dor.
- De que lado crescem os teus dias?
( J. A. M.)


