José Alberto Mar. Com tecnologia do Blogger.

14.11.12

Silêncio Inssureto


 
O silêncio serpenteia-se nas ondas do ar a boca
da noite abre as flores do coração curva
os sons que tem sempre  à mão e o tempo
habita-nos mais ao sabermos nos olhos
as sombras que se despedem das árvore
onde os pássaro acolhem os primeiros
tons do dia sob o lençol verde às
tantas da manhã pelas cinco e tal ou
quase assim começam a sinfonar uma visão
acesa para quem esmorece ainda é
cedo ainda é o segredo de haver um mundo
contudo sagrado.

 

 
In, “ Recomeço Límpido”, no Centenário de José Gomes Ferreira, 2000.

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