| Imagem. J. A. M. |
Fechados em sarcófagos de ouro, “eles” cantam
a doença que contamina as multidões.
Alimentam as fábricas de escuridão onde magotes de seres
humanos permanecem desabrigados do que é ser-se humano.
Onde muitos partem, enquanto esculpiam a heroica força
na amaldiçoada fome, na dilacerante sede e na morte
de seus irmãos.
Onde o espelho do mundo é uma testemunha hedionda
consentida pelo intranquilo silêncio de quem dorme.


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